Participação fortalece a atuação da entidade em temas estratégicos para o setor e na articulação com diferentes agentes da cadeia.

A CropLife Brasil passa a integrar o Comitê de Assuntos Jurídicos da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) – biênio 2026-2027. A participação amplia a atuação da entidade em debates estratégicos voltados ao fortalecimento do ambiente regulatório e da segurança jurídica, fatores essenciais para o desenvolvimento e a inovação no agronegócio brasileiro.
Sob a liderança do sócio da Santos Neto Advogados, Frederico Favacho, e coordenado pelo gerente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Abag, Roberto Araújo, a nova formação do comitê terá como vice-presidentes a gerente Jurídico e de Compliance da CropLife Brasil, Amanda Lima, e o advogado e sócio da Trench Rossi Watanabe, Álvaro Gallo.
A proposta da comissão, que reúne representantes das associadas, é criar um espaço de articulação entre empresas, entidades e especialistas para identificar prioridades e levar propostas concretas às discussões públicas.
Para Amanda Lima, integrar o Comitê Jurídico da Abag é uma oportunidade de contribuir com a experiência que tem no setor em temas essenciais para a inovação e competitividade. A atuação é uma forma de estar mais próxima das entidades e indústria representativa, fortalecendo o relacionamento e colaborando com iniciativas estratégicas para o agronegócio brasileiro.

A participação da CLB no comitê evidencia o compromisso da associação com a articulação entre diferentes agentes da cadeia produtiva e com a construção de práticas e soluções para diferentes pautas. “Essa presença reforça nosso compromisso de estar onde as decisões que afetam a cadeia produtiva são debatidas, ajudando a construir soluções em conjunto com outras entidades e empresas do agro”, afirma a gerente.
O grupo realizou a primeira reunião da agenda ao fim de junho. Entre os temas centrais discutidos estão a segurança jurídica regulatória, a judicialização de questões relacionadas ao agro, o marco regulatório de insumos agropecuários, recuperação judicial, arrendamento e garantias, compliance regulatório e ESG.
Além disso, foram pautados as regulamentações internacionais com potencial impacto como o Regulamento Europeu para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM) e as discussões relacionadas à mudança indireta do uso da terra (ILUC).